Juízes e procuradores se mobilizam contra reforma da Previdência


Gabriele Maniezo

Associações de juízes e procuradores se mobilizam em oposição à reforma da Previdência. Na quinta-feira (1º), foi entregue uma carta à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, reunindo as reivindicações de juízes e membros do Ministério Público.

A principal crítica é a perda da integralidade e da paridade das pensões. Com isso, juízes aposentados deixarão de receber o mesmo salário de quando deixaram o serviço público e não terão direito a reajustes concedidos aos magistrados ativos. Isso ocorrerá com magistrados que tenham menos de 50 anos (homens) ou 45 anos (mulheres) a partir do momento em que PEC for promulgada.

Participam do movimento a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais (Ajufe), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e a Anamatra.

Os líderes das entidades reafirmaram que a reforma da Previdência, na avaliação deles, não é ruim apenas para o servidor, mas também para o trabalhador do regime privado.

Confira a carta na íntegra.

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3 Comments

  1. Muito triste o que estão querendo fazer com os trabalhadores. Não nem vão poder gozar da sua aposentadoria, e os desemprego com pessoas com mais idade. Não tem emprego para jovens e prós idosos.

  2. Se quem é credor e não cobra , não pode reclamar. Tem que receber. Simples.

  3. Se os golpistas quiserem mais apoio para o assalto na previdência tem que colocar todos: Os políticos, judiciário e os militares. Fim dos privilégios, direitos iguais para todos. Com certeza o governo conseguirá mais respeito porque o combate a privilégios passa a ser uma verdade, fora isso é assalto!!!!!!!!!!

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